terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

10 ANOS DE BEATIFICAÇÃO DOS PROTOMÁRTIRES DO BRASIL


A Arquidiocese de Natal preparou a comemoração dos 10 anos de beatificação dos Mártires do Rio Grande do Norte com um tríduo e uma romaria ao Monumento dos Mártires, em Uruaçu - São Gonçalo do Amarante. Teremos um tríduo em honra aos Mártires nos dias 4, 5 e 6 sempre às 19 horas.

A Igreja de Nossa Senhora da Piedade está organizando uma caravana, que sairá para o Monumento de Uruaçu neste domingo, dia 7 de março, às 14 horas; maiores informações no fone 3249-2023

Veja como será toda a programação dessa grande festa em honra aos protomártires do Brasil clicando aqui.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Papa vai canonizar seis novos santos

O Papa Bento XVI vai canonizar seis beatos no dia 17 de outubro. Nesta manhã, Bento XVI realizou um Consistório Ordinário Público para as canonizações. A cerimônia aconteceu na sala no Consistório do Palácio Apostólico Vaticano, durante a celebração da Hora Sexta (parte da Liturgia das Horas que acontece ao meio-dia).

Os futuros santos são:

- o polonês Stanislaw Soltys Kazimierczyk (1433-1489), sacerdote dos Cônegos Regulares Lateranenses;

- o canadense André Alfred Bessette (1845-1937), religioso da Congregação da Santa Cruz;

- a australiana Mary Hellen Mackillop (1842-1909), virgem, fundadora da Congregação das Irmãs de São José do Sagrado Coração

- a monja italiana Giulia Salzano (1846-1929), virgem, fundadora da Congregação das Irmãs Catequistas do Sagrado Coração;

- a monja italiana Battista Camilla da Varano (1458-1524), virgem, da Orden de Santa Clara;

- a espanhola Cândida Maria de Jesus (Juana Josefa) Cipitria y Barriola, virgem, fundadora da Congregação das Filhas de Jesus.


Em seus quase cinco anos de Pontificado, Bento XVI proclamou 28 santos e quase 600 beatos, em sua maioria espanhóis. Até agora, o Papa celebrou sete cerimônias de Canonização, seis no Vaticano e a de Frei Galvão no Brasil, em maio de 2007.



FONTE: Canção Nova Notícias

Ainda o Celibato Sacerdotal


A disciplina da Igreja em não admitir vida matrimonial aos seus Presbíteros, não é assunto evidente. Sua compreensão não é fácil. Jesus, ao aconselhar essa prática, (num contexto de fidelidade conjugal), já advertiu que nem todos compreenderiam: “Nem todos entendem isso, a não ser aqueles a quem é concedido” (Mt 19, 11). E fica estabelecido desde já que católicos, que não manifestam sintonia com essa praxe eclesial, não deixam de ser católicos. Pelo simples fato de o costume ter sido introduzido pela Igreja, e não ser artigo de fé. Mas ser simplesmente contra o celibato, seria falta de delicadeza para com Jesus, que estimulou o não-casamento, por causa do Reino dos céus. Seria querer corrigir o Cristo. Além de estimular o clero a não ser fiel...

Nos meus quase 28 anos de Bispo, vi grandes Padres, Sacerdotes fiéis e generosos. E fico triste ao ver o silêncio da opinião pública sobre a maioria desses santos Ministros. Ao contrário, quando algum deles erra, tudo é esquadrinhado com lupa, com holofotes e alto-falantes. Sou a favor do celibato, bem motivado, livremente escolhido e bem formado. Porque, na verdade, a família do Padre é alegre, fecunda, e séria. Satisfaz seu coração. Trata-se da comunidade dos fiéis. Você já rezou pelos Padres?
FONTE: catolicanet.com

Concurso para sacerdotes oferece viagem a Roma para a clausura do ano sacerdotal

O site Catholic.net - imagino que seja o site, mas tenho certeza - abriu um "concurso para sacerdotes". O objetivo é eleger a narração (em no máximo, 700 palavras) da experiência mais bela e impressionante de ministério sacerdotal, onde se veja a mão de Deus atuando nas almas, através do sacerdote como instrumento.

O nome do ganhador se dará a conhecer no dia 25 de março, na seção “sacerdotes” da Catholic.net.

O prêmio é uma viagem a Roma para a clausura do ano sacerdotal, do 7 ao 11 de junho de 2010.

Data limite para a entrega da narração: 19 de março de 2010.

Obs. 1: cada sacerdote pode participar com várias relações, para aumentar as possibilidades de ganhar.
Obs. 2: e importante dar atenção a todos os detalhes sobre o concurso, na página "Concurso para sacerdotes", do site Catholic.net.
Obs. 3: a subimissão das narrações deve ser através de formulário presente naquela página
"Concurso para sacerdotes".

Por: Alexandre Magno - PASCOM de Ponta Negra / Natal-RN

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

O QUE SIGNIFICAM AS CINZAS?

O uso litúrgico das cinzas tem sua origem no Antigo Testamento, e simbolizam dor, morte e penitência. Por exemplo, no livro de Ester, Mardoqueu se veste de saco e se cobre de cinzas quando sabe do decreto do Rei Asuer I (Xerxes, 485-464 antes de Cristo) da Pérsia, que condenou à morte todos os judeus de seu império. (Est 4,1). Jó (cuja história foi escrita entre os anos VII e V antes de Cristo) mostrou seu arrependimento vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas (Jó 42,6). Daniel (cerca de 550 antes de Cristo) ao profetizar a captura de Jerusalém pela Babilônia, escreveu: "Volvi-me para o Senhor Deus a fim de dirigir-lhe uma oração de súplica, jejuando e me impondo o cilício e a cinza" (Dn 9,3). No século V antes de Cristo, logo depois da pregação de Jonas, o povo de Nínive proclamou um jejum a todos e se vestiram de saco, inclusive o Rei, que além de tudo levantou-se de seu trono e sentou sobre cinzas (Jn 3,5-6). Estes exemplos do Antigo Testamento demonstram a prática estabelecida de utilizar-se cinzas como símbolo de arrependimento.
O próprio Jesus fez referência ao uso das cinzas: "Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida! Porque se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e as cinzas. (Mt 11,21) A Igreja, desde os primeiros tempos, continuou a prática do uso das cinzas com o mesmo simbolismo. Em seu livro "De Poenitentia" , Tertuliano (160-220 DC), prescreveu que um penitente deveria "viver sem alegria vestido com um tecido de saco rude e coberto de cinzas". O famoso historiador dos primeiros anos da igreja, Eusébio (260-340 DC), relata em seu livro A História da Igreja, como um apóstata de nome Natalis se apresentou vestido de saco e coberto de cinzas diante do Papa Ceferino, para suplicar-lhe perdão. Sabe-se que num determinado momento existiu uma prática que consistia no sacerdote impor as cinzas em todos aqueles que deviam fazer penitência pública. As cinzas eram colocadas quando o penitente saía do Confessionário.
Já no período medieval, por volta do século VIII, aquelas pessoas que estavam para morrer eram deitadas no chão sobre um tecido de saco coberto de cinzas. O sacerdote benzia o moribundo com água benta dizendo-lhe: "Recorda-te que és pó e em pó te converterás". Depois de aspergir o moribundo com a água benta, o sacerdote perguntava: "Estás de acordo com o tecido de saco e as cinzas como testemunho de tua penitência diante do Senhor no dia do Juízo?" O moribundo então respondia: "Sim, estou de acordo". Se podem apreciar em todos esses exemplos que o simbolismo do tecido de saco e das cinzas serviam para representar os sentimentos de aflição e arrependimento, bem como a intenção de se fazer penitência pelos pecados cometidos contra o Senhor e a Sua igreja. Com o passar dos tempos o uso das cinzas foi adotado como sinal do início do tempo da Quaresma. O ritual para a Quarta-feira de Cinzas já era parte do Sacramental Gregoriano, cujas 1ªs edições datam do século VII. Na liturgia atual utilizamos cinzas feitas com os ramos de palmas distribuídas no ano anterior no Domingo de Ramos. O sacerdote abençoa as cinzas e as impõe na fronte de cada fiel traçando com essas o Sinal da Cruz. Logo em seguida diz : "Recorda-te que és pó e em pó te converterás" ou então "Arrepende-te e crede no Evangelho".
Fonte: http://www.mundocatolico.org.br/

PERGUNTAS E RESPOSTAS

O QUE É QUARTA-FEIRA DE CINZAS? É um princípio da Quaresma; um dia especialmente penitencial, em que manifestamos nosso desejo pessoal de CONVERSÃO a Deus. Quando vamos aos templos em que nos impõem as cinzas, expressamos com humildade e sinceridade de coração, que desejamos nos converter e crer de verdade no Evangelho.
QUANDO TEVE ORIGEM A PRÁTICA DAS CINZAS? A origem da imposição da cinza pertence a estrutura da penitência canônica. Começou a ser obrigatória para toda a comunidade cristã a partir do século X. A liturgia atual conserva os elementos tradicionais: imposição da cinza e jejum rigoroso.
QUANDO SE ABENÇOA E SE IMPÕEM A CINZA?
A benção e a imposição da cinza tem lugar dentro da Missa, após a homilia; embora em circunstâncias especiais, se pode fazer dentro de uma celebração da Palavra. As formas de imposição da cinza se inspiram na Escritura: Gn, 3, 19 e Mc 1, 15.
DE ONDE PROVEM A CINZA? A cinza procede dos ramos abençoados no Domingo de Ramos, do ano anterior, seguindo um costume que se remonta ao século XII. A forma de benção faz relação a condição pecadora de quem a recebeu.
QUAL É O SIMBOLISMO DA CINZA? O simbolismo da cinza é o seguinte:
1. Condição fraca do homem, que caminha para a morte;
2. Situação pecadora do homem;
3. Oração e súplica ardente para que o Senhor os ajude; Ressurreição, já que o homem está destinado a participar no triunfo de Cristo.
Fonte: http://www.cleofas.com.br/

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010


O tempo da Quaresma, iniciado na quarta feira de cinzas, é um período de convite à conversão, através de exercícios e práticas de piedade como a meditação e oração, a esmola, a caridade e o jejum. O Papa Bento XVI, falando sobre a quaresma, afirma: "O jejum e as outras práticas quaresmais são consideradas pela tradição cristã "armas" espirituais para combater o mal, as paixões negativas e os vícios." Dom Matias Patrício, nosso arcebispo, orienta às famílias católicas que aproveitem o período do carnaval para o descando e a construção da unidade da família através do encontro, e procurem participar das celebrações das cinzas, que abrem a quaresma!

“Economia e vida” é o tema da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, e tem por lema a admoestação registrada no Evangelho de Mateus: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”. A Campanha quer contribuir para equacionar a relação entre economia, vida humana e conservação do meio ambiente vital.
Reconhecendo a natureza social e política da economia, a CFE pretende avaliar as políticas dos governos a partir das condições de vida das pessoas que sofrem pelo perpetuar-se do estado de pobreza e de misériam e quer unir Igrejas Cristãs e pessoas de boa vontade na promoção de uma economia a serviço da vida, sem exclusões, criando uma cultura de solidariedade e paz.

Aproveitemos esse tempo de graça para um reencontro com a pessoa de Jesus e para meditarmos sobre as nossas reais relações com o dinheiro.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Site da Banda Santa Cecília



"A Pastoral do Canto Litúrgico SANTA CECÍLIA embeleza as celebrações da Santa Liturgia através da melodia das vozes e dos instrumentos para o louvor de Deus. Participa das celebrações dominicais, alternando com o Ministério de Música Unidos em Cristo."

Quer saber mais sobre a Banda? Acesse o site recém-criado; veja fotos, agenda e fique por dentro do que acontece em meio aos louvores à Deus.

Clique na imagem acima ou no Menu "Conheça Também" do nosso site localizada na coluna direita.


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